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Objetivo do serviço

Do diagnóstico de interoperabilidade a um roadmap executável.

A Meddyg oferece um serviço de avaliação integral para organizações de saúde que precisam saber o quanto estão preparadas para trocar informação clínica com outros sistemas, organizações, redes HIE ou ecossistemas nacionais de saúde digital. Não é uma auditoria técnica isolada nem uma certificação: é um processo consultivo no qual analisamos o estado atual, identificamos lacunas, determinamos riscos e dependências, avaliamos a maturidade de interoperabilidade, propomos uma arquitetura-alvo, definimos prioridades e construímos um roadmap concreto de evolução.

Escopo

O que avaliamos?

Uma avaliação de interoperabilidade cobre dimensões técnicas, semânticas, organizacionais e de governança — não apenas conectividade.

Arquitetura e integração

Sistemas clínicos, repositórios, APIs, interfaces, middleware, integrações ponto a ponto e a arquitetura existente, considerando padrões modernos de troca de informação em saúde.

Padrões de interoperabilidade

Como a organização utiliza — ou poderia adotar — padrões como HL7 FHIR, HL7 v2, openEHR, IHE, OpenHIE e DICOM.

Interoperabilidade semântica

Uso, qualidade e governança de terminologias e classificações clínicas como SNOMED CT, LOINC, CID-10, CID-11, MedDRA e WHODrug. Compartilhar dados não significa necessariamente compartilhar significado.

Identidade e diretórios

Como pacientes, profissionais, organizações, estabelecimentos, serviços e endpoints são identificados e relacionados entre si.

Segurança e confiança

Mecanismos de autenticação, autorização, gestão de consentimento, assinatura digital, rastreabilidade e auditoria — a base das relações de confiança entre participantes.

Governança de dados

Propriedade e responsabilidade sobre os dados, regras de troca, políticas, qualidade e incorporação de novos participantes — incluindo o encaixe com abordagens de infraestrutura pública digital para saúde. Interoperabilidade não é apenas um problema tecnológico.

Metodologia

Como realizamos a avaliação

Um processo estruturado em cinco etapas, adaptado ao tamanho e ao contexto de cada organização.

01

Descoberta

Reuniões com equipes técnicas, clínicas e de negócio para identificar objetivos, sistemas participantes e casos de uso prioritários.

02

Levantamento

Documentação do estado atual.

  • Sistemas
  • Integrações
  • APIs e interfaces
  • Fluxos de informação
  • Padrões em uso
  • Modelos de dados
  • Atores
03

Análise

Avaliação técnica e funcional de interoperabilidade.

  • Lacunas
  • Dependências
  • Riscos
  • Duplicações
  • Integrações proprietárias
  • Problemas semânticos
04

Arquitetura-alvo

Proposta conceitual de como o ecossistema deve evoluir, com os componentes que se apliquem a cada caso — nem todas as organizações precisam de todos.

  • Repositórios FHIR / openEHR
  • API gateways
  • HIE
  • MPI
  • Terminology services
  • Consent services
  • Identity providers
  • Audit services
  • Directories
05

Roadmap

Priorização de iniciativas segundo impacto, complexidade, riscos, dependências, custo relativo e valor estratégico.

Cobertura

Áreas de avaliação e padrões

Um mesmo marco de referência, aplicado com profundidade distinta conforme a realidade de cada organização. Cada dimensão agrupa o que revisamos e os padrões que consideramos.

Troca e formatos

O que revisamos
  • FHIR Readiness
  • IHE Readiness
  • APIs e integração
  • Imagens médicas e DICOM
Padrões de referência
HL7® FHIR®HL7® v2IHEDICOM®

Semântica e modelos de dados

O que revisamos
  • Interoperabilidade semântica
  • Terminologias clínicas
  • Modelos de informação clínica
  • Qualidade de dados
Padrões de referência
SNOMED CT®LOINC®CID-10 / CID-11MedDRAWHODrugopenEHR

Identidade, segurança e confiança

O que revisamos
  • Identidade de pacientes
  • Identidade de profissionais
  • Diretórios de organizações
  • Segurança e autorização
  • Consentimento
  • Assinatura digital e não repúdio
  • Auditoria e rastreabilidade
Padrões de referência
SMART on FHIR®OAuth 2.0OpenID Connect

Arquitetura e governança

O que revisamos
  • Arquitetura HIE
  • Infraestrutura pública digital
  • Governança de dados
Padrões de referência
OpenHIEDPI-H

Trabalhamos com esses padrões como marco de referência técnico — não certificamos conformidade oficial com nenhuma dessas organizações.

Modelo de maturidade

Uma escala orientativa para situar o ponto de partida

Metodologia própria da Meddyg para conversar sobre maturidade de interoperabilidade em termos concretos, e não no abstrato.

  1. Nível 1

    Fragmentado

    Integrações isoladas, processos manuais e forte dependência de interfaces proprietárias.

  2. Nível 2

    Integrado

    Existem mecanismos de troca, mas predominam integrações específicas entre sistemas.

  3. Nível 3

    Padronizado

    A organização começa a utilizar padrões comuns, APIs e modelos de informação compartilhados.

  4. Nível 4

    Interoperável

    Os sistemas conseguem trocar informação utilizando padrões técnicos e semânticos definidos.

  5. Nível 5

    Ecossistema

    A organização participa de forma governada, segura e escalável em ecossistemas de troca de informação em saúde.

Esses níveis são orientativos e fazem parte da metodologia de avaliação própria da Meddyg — não correspondem a uma certificação nem a um modelo de terceiros.

Resultados

O que a sua organização recebe

Cada avaliação termina com um conjunto de entregáveis concretos, e não apenas um relatório descritivo.

Relatório de diagnóstico

Resumo executivo e avaliação detalhada do estado atual.

Mapa de interoperabilidade

Representação de sistemas, atores, interfaces e principais fluxos de informação.

Análise de lacunas

Diferenças entre a arquitetura atual e o estado-alvo.

Matriz de riscos

Principais riscos técnicos, organizacionais e de governança.

Arquitetura-alvo

Proposta conceitual para evoluir a plataforma de interoperabilidade.

Roadmap

Iniciativas priorizadas e dependências para avançar progressivamente.

Abordagem

Interoperabilidade além das APIs

Conectar dois sistemas não significa necessariamente alcançar interoperabilidade. Uma arquitetura interoperável exige que os participantes compartilhem não apenas mecanismos de transporte, mas também modelos de informação, identificadores, terminologias, regras de segurança e acordos de governança. Na Meddyg avaliamos essas dimensões de maneira integral para ajudar as organizações a construir capacidades de interoperabilidade sustentáveis.

Governança
Semântica
Sintática
Segurança
Tecnologia
Perfil

Para quem é este serviço?

O escopo é o mesmo; o que muda é o ponto de partida e as prioridades de cada tipo de organização.

Hospitais e redes hospitalares

Vários sistemas clínicos e integrações ponto a ponto acumuladas. A avaliação ordena o que integrar primeiro e como chegar a uma visão consolidada do paciente.

Laboratórios e centros de imagem

Resultados e exames que precisam chegar a sistemas externos. Revisamos identificadores, códigos e fluxos DICOM/FHIR para que o envio seja consistente e automatizável.

Fornecedores de software de saúde

Produtos que precisam expor APIs FHIR e demonstrar capacidade de integração a clientes e licitações. Definimos o que construir e em que ordem.

Instituições públicas e projetos nacionais

Iniciativas que precisam definir arquitetura, identificadores e regras de troca antes de escalar, com abordagens como DPI-H e OpenHIE. A avaliação entrega a linha de base e o roadmap.

Operadoras e seguradoras

Troca clínica e administrativa com múltiplos prestadores. Revisamos segurança, consentimento e rastreabilidade de cada fluxo.

Redes HIE

Ecossistemas que incorporam novos participantes. Avaliamos governança, diretórios e mecanismos de confiança para que a incorporação seja repetível.

Autodiagnóstico

Reconhece algum destes problemas?

Temos integrações ponto a ponto demais e cada mudança quebra alguma coisa.
Cada nova integração leva meses e custa mais do que a anterior.
Não temos clareza sobre qual arquitetura de interoperabilidade precisamos.
Temos APIs, mas não uma estratégia de interoperabilidade.
Queremos adotar FHIR e não sabemos por onde começar.
Cada sistema identifica o mesmo paciente de forma diferente.
Não existe uma fonte única de profissionais, estabelecimentos e serviços.
Compartilhamos dados, mas cada sistema usa códigos e terminologias diferentes.
Queremos adotar SNOMED CT ou LOINC e não sabemos como implementá-los nem quem os mantém.
Cada projeto define seu próprio modelo de dados clínicos.
Cada sistema resolve a autenticação e a autorização à sua maneira.
Precisamos de assinatura digital em documentos clínicos e não sabemos como integrá-la.
Não conseguimos demonstrar quem acessou qual informação clínica e quando.
Precisamos nos conectar a um HIE ou a um ecossistema nacional de saúde digital.

Se alguma dessas situações descreve a sua organização, uma avaliação de interoperabilidade pode ajudar a definir o ponto de partida.

Sabe o quanto a sua organização está preparada para interoperar?

Identifique lacunas, riscos e prioridades antes de iniciar novas integrações ou projetos de transformação digital.