Resolver interoperabilidade sem transformá-la em outro problema.
Combinamos arquitetura, padrões e desenvolvimento para abordar desde um diagnóstico pontual até uma camada completa de interoperabilidade.
Capacidades, não um pacote.
Os sete serviços cobrem o percurso completo, do diagnóstico à operação. Cada organização entra por onde está: contratar uma etapa não obriga a contratar as demais.
Nem todas as organizações percorrem as quatro etapas de forma sequencial. Cada uma pode começar pela capacidade que precisa resolver.
Diagnosticar
Entender quais sistemas existem, o que trocam hoje e onde está a lacuna real, antes de comprometer um desenho.
Desenhar e normalizar
Decidir a arquitetura, o modelo de dados e as regras de conformidade que vão reger o intercâmbio, e deixá-las escritas.
Definição de arquiteturas
Componentes, zonas de confiança, governança e segurança, até a conexão com a rede nacional.
→Modelagem de dados
Modelo, terminologias e estratégia de migração: governança, semântica e estrutura do dado.
→Guias de Implementação
Guias institucionais, nacionais e regionais em FHIR R4 ou R5, publicados e mantidos.
→Implementar e conectar
Construir a camada que expõe os dados no padrão e conectá-la às redes e organizações que vão consumi-la.
Operar
Sustentar a infraestrutura ao longo do tempo: disponibilidade, resguardo, conformidade e a possibilidade de sair sem ficar preso.

