DocumentaçãoSuporteCosta Rica · Contato
O ponto de partida

Uma arquitetura não é um diagrama: é um conjunto de decisões com dono

Quase nenhuma instituição começa do zero. Tem um prontuário, um laboratório, um PACS, um portal e uma fila de projetos pendentes. O problema aparece quando é preciso incorporar peças novas —um índice mestre de pacientes, um catálogo de produtos, a validação de profissionais e estabelecimentos— e ninguém consegue dizer com precisão onde elas devem viver, quem as mantém, o que expõem para fora nem como se conectam à plataforma nacional de intercâmbio. Nosso trabalho é fechar essas decisões e deixá-las escritas, com detalhe suficiente para contratar, construir e auditar.

Planos

Da governança à disponibilidade técnica

Quatro planos, e nenhum deles se resolve no seguinte. Quando uma organização pula direto para o plano tecnológico, termina com componentes corretos que ninguém sabe operar e pelos quais ninguém responde.

Governança

Quem decide, quem aprova e como se muda o que foi decidido?

O que se decide aqui
  • Dono de cada componente e de cada domínio de dados
  • Alcance real do comitê de arquitetura
  • Registro de decisões e caminho para aprovar uma exceção
  • Política de versões e janelas de mudança
Quem respondeDireção institucional e arquitetura empresarial

Informação

O que significa cada dado e qual é a sua fonte de verdade?

O que se decide aqui
  • Fonte autoritativa por domínio
  • Modelo canônico e terminologias adotadas
  • Regras de identidade e tratamento de duplicados
  • Retenção, classificação e rastreabilidade
Quem respondeGovernança de dados e equipes clínicas

Aplicação

Quais componentes existem e que contrato cada um cumpre?

O que se decide aqui
  • Catálogo de componentes e seus limites
  • Contratos de serviço e perfis FHIR associados
  • O que se compra, o que se constrói e o que se reutiliza
  • Padrões de integração permitidos e proibidos
Quem respondeArquitetura de soluções e fornecedores

Tecnologia e operação

Onde roda, como é protegido e como se sustenta?

O que se decide aqui
  • Zonas de rede e segmentação
  • Disponibilidade, backup e recuperação
  • Observabilidade, auditoria e alertas
  • Ambientes, implantação e gestão de segredos
Quem respondeInfraestrutura, segurança e operação
Componentes

As peças que é preciso posicionar, e a decisão que cada uma traz

Não é uma lista de compras. Cada componente resolve um problema concreto e arrasta uma decisão que costuma ficar sem dono até que algum projeto a feche por conta própria.

Zona · Rede interna

Índice Mestre de Pacientes

Resolve se dois registros de dois sistemas diferentes são a mesma pessoa, e mantém o vínculo entre seus identificadores.

A decisão que arrasta

Se a correspondência é determinística sobre o identificador nacional, probabilística, ou ambas com uma fila de revisão humana; e qual sistema fica como dono do identificador mestre.

Zona · Rede interna

Catálogo de produtos e medicamentos

Dá um identificador estável a cada medicamento, insumo ou dispositivo, para que a prescrição, a dispensação e o estoque falem do mesmo produto.

A decisão que arrasta

Se adota o catálogo nacional, um internacional ou o próprio, e como mapear o que já está carregado nos sistemas sem perder o histórico.

Zona · Rede interna

Registro e validação de profissionais

Confirma que quem assina um ato clínico está habilitado a fazê-lo, no momento em que o faz.

A decisão que arrasta

Se a validação é consultada em linha na fonte autoritativa —o conselho profissional ou o registro nacional— ou replicada localmente, e o que acontece quando essa fonte não responde.

Zona · Rede interna

Registro de estabelecimentos e serviços

Identifica de forma única cada unidade, serviço e sede, que é o que permite rotear, reportar e auditar por local.

A decisão que arrasta

Qual codificação se usa —o cadastro sanitário nacional ou outro— e quem atualiza o registro quando uma unidade abre, muda de serviço ou fecha.

Zona · Rede interna

Serviço terminológico

Publica e valida os CodeSystem, ValueSet e ConceptMap que os sistemas usam, em vez de deixar cada tabela de códigos embutida em cada aplicação.

A decisão que arrasta

Se opera um servidor terminológico próprio ou consome o nacional, e como versionar um ValueSet sem invalidar os dados já capturados.

Zona · Rede interna

Repositório clínico e documental

Guarda o que precisa ser guardado —recursos FHIR, documentos, imagens— com uma política de retenção e um modo testado de recuperá-lo. É a fonte de verdade e, por isso, nunca é exposto diretamente.

A decisão que arrasta

Qual conteúdo é fonte de verdade aqui e qual é cópia de outro sistema, porque disso depende quem pode escrever nele e o que se perde se ele cair.

Zona · Rede interna

Auditoria e rastreabilidade

Registra quem acessou o quê, quando e com que justificativa. O ponto de exposição emite o evento, mas o registro é guardado aqui e em modo somente-anexar: quem chegar à fronteira não deve conseguir reescrever a evidência do próprio acesso.

A decisão que arrasta

Se a auditoria vive em cada sistema ou é centralizada, e por quanto tempo se conserva um registro que pode vir a ser prova.

Zona · DMZ

Identidade, consentimento e autorização

Determina quem pede, em nome de quem pede e a que tem direito de acessar — tanto para pessoas quanto para sistemas.

A decisão que arrasta

O que se resolve com identidade de sistema e o que exige identidade da pessoa usuária, e onde fica registrado o consentimento quando o dado sai da instituição.

Zona · DMZ

Repositório de publicação

A cópia conforme ao perfil que responde às consultas externas: apenas o que já foi publicado, materializado a partir da fonte de verdade e reconstruível a qualquer momento.

A decisão que arrasta

O que se materializa, com que frescor, e como se reconstrói a partir da fonte quando o perfil muda. Se essa cópia virar a única, deixou de ser uma cópia.

Zona · DMZ

Ponto de exposição e intercâmbio

É a única porta pela qual a instituição publica e consome informação para fora: gateway de API, camada FHIR, nó da rede nacional.

A decisão que arrasta

O que se expõe, sob qual perfil e para quem; e se essa porta armazena dados ou apenas os deixa passar.

Próprio ou do país?

Vários desses componentes estão surgindo como infraestrutura pública: um índice nacional, um catálogo nacional de produtos, um serviço terminológico nacional. Que existam não elimina a decisão, muda a decisão. É preciso definir qual é a fonte autoritativa, o que se conserva localmente para poder atender sem conexão, e como se reconcilia o local com o nacional quando divergem. Projetar como se o componente nacional nunca fosse existir sai caro; projetar como se ele já estivesse pronto, também.

Zonas

Rede interna, DMZ e rede nacional

A pergunta mais adiada é onde vive cada componente. E não é uma pergunta de infraestrutura: define o que pode ser exposto, o que precisa ser replicado e quais controles são obrigatórios em cada ponto.

Rede nacional

Fora do seu perímetro

O espaço onde a sua instituição é mais um membro entre outros: prestadores, registros do Estado e a plataforma nacional de intercâmbio. Você não a administra, mas decide como se apresenta a ela.

A regra

Nada se publica aqui sem um contrato explícito: perfil, terminologia, identidade do solicitante e registro da transação.

  • Outros prestadores
  • Registros do Estado
  • Plataforma nacional de intercâmbio
  • Diretório de serviços
  • Registro de transações

DMZ

A fronteira controlada

A única zona alcançável de fora. Aqui vivem os componentes que falam com o exterior, e apenas esses. Tudo o que passa por aqui é autenticado, autorizado e registrado.

A regra

Nada do que vive aqui é fonte de verdade. A DMZ traduz, roteia e publica cópias reconstruíveis do que já foi autorizado, sem acesso direto às bases internas.

  • Identidade, consentimento e autorização
  • Repositório de publicação
  • Ponto de exposição e intercâmbio

Rede interna

Onde o dado vive

O prontuário, os repositórios, o índice mestre, a terminologia e a auditoria. Nada disso é exposto diretamente; só se alcança através da DMZ.

A regra

Nenhum sistema externo chega até aqui, e nenhum componente interno sai para a internet por conta própria.

  • Índice Mestre de Pacientes
  • Catálogo de produtos e medicamentos
  • Registro e validação de profissionais
  • Registro de estabelecimentos e serviços
  • Serviço terminológico
  • Repositório clínico e documental
  • Auditoria e rastreabilidade

O que atravessa cada fronteira

Uma fronteira não se define por onde está o firewall, mas pelo que se permite atravessá-la e sob qual prova.

Rede interna ↔ DMZ

O que atravessa

Consultas e respostas dos componentes internos que atendem uma solicitação externa, já reduzidas ao que essa solicitação precisa.

Sob qual controle

Conexões iniciadas de dentro, contas de serviço com privilégio mínimo, credenciais distintas por ambiente e resultado registrado.

DMZ ↔ Rede nacional

O que atravessa

Recursos que cumprem um perfil publicado, com sua terminologia vinculada, e apenas para solicitantes identificados e autorizados.

Sob qual controle

Autenticação mútua entre sistemas, autorização por caso de uso e não por sistema inteiro, assinatura e carimbo quando o dado tem valor probatório, e registro de cada mensagem.

Como o X-Road se encaixa

Na Costa Rica, a plataforma nacional de intercâmbio é o X-Road. Encaixá-lo na arquitetura muda menos do que se teme e mais do que se planeja.

Um nó próprio na DMZ

A instituição instala seu próprio security server. É o único componente que fala com a rede nacional; nenhum dos seus outros sistemas o faz diretamente.

Adesão e identidade de sistema

Cada organização e cada subsistema se registra e recebe certificados. A rede sabe quem pergunta antes de a pergunta chegar até você.

Registro assinado de cada mensagem

A plataforma assina e carimba o que a atravessa. Isso resolve o não repúdio, mas também obriga a decidir o que se envia: o que atravessa fica registrado.

Os dados não são centralizados

Não há uma base nacional que guarde tudo. Cada instituição continua dona da sua informação e responde consultas pontuais.

A Meddyg realiza provas de conceito junto à Agência Nacional de Governo Digital para validar transações de recursos FHIR sobre o X-Road, dentro da demonstração funcional de interoperabilidade da Costa Rica. Em outros países muda o nome da plataforma; as decisões de arquitetura que é preciso fechar —onde fica o nó, o que se expõe, quem autoriza e o que se registra— são as mesmas.

Sobre o que construímos

Sua arquitetura não começa numa folha em branco

Trabalhamos sobre modelos já comprovados em outros países e ecossistemas. Para a sua instituição isso são três coisas concretas: menos meses discutindo o que já está resolvido, uma arquitetura que o resto do ecossistema reconhece, e requisitos que você pode colocar em um edital e exigir.

Infraestrutura Pública Digital em saúde

O que isso lhe poupa

Construir por dentro o que o país já vai oferecer, e acabar pagando duas vezes.

O que o seu projeto ganha

Dizemos o que convém reutilizar e o que construir, e deixamos escritos os requisitos de padrões abertos e portabilidade a exigir em cada contratação. É o que evita descobrir três anos depois que você não consegue trocar de fornecedor.

OpenHIE e IHE

O que isso lhe poupa

Meio ano discutindo como se chama cada componente e quem responde por ele.

O que o seu projeto ganha

Sua arquitetura fica nomeada com o mesmo vocabulário que os demais atores do ecossistema usam. Quando for hora de integrar, a conversa começa no ponto certo e não no glossário.

HL7 FHIR e os perfis nacionais

O que isso lhe poupa

Descobrir durante a implementação que o componente já comprado não consegue cumprir o perfil nacional.

O que o seu projeto ganha

Transformamos o perfil que o guia nacional exige em um requisito de arquitetura verificável, antes da compra. Se um produto não cumpre, você fica sabendo enquanto ainda pode trocar de produto.

SMART Guidelines da OMS

O que isso lhe poupa

Cada equipe interpretar a norma clínica à sua maneira e você terminar com cinco versões do mesmo processo.

O que o seu projeto ganha

Descemos a norma até o sistema por uma rota já comprovada: do documento aos processos e aos dados, daí ao perfil FHIR, e daí a algo testável antes da produção. Se o seu domínio já tem um DAK publicado, você economiza a etapa mais lenta do projeto.

A rota, em cinco passos
  1. L1 · A norma, tal como o ministério ou a OMS publica
  2. L2 · DAK: processos, dados, indicadores e requisitos já organizados
  3. L3 · O guia FHIR: perfis, terminologia e regras que o software entende
  4. L4 · Testado contra casos reais antes de ir para produção
  5. L5 · O que se aprende em uso volta para a norma
Cibersegurança

Avançar sem abrir um buraco

O risco não aparece quando se adotam padrões; aparece quando se expõe um sistema que foi projetado para viver dentro de uma rede fechada. Estas são as barreiras que definimos junto com a arquitetura, não depois.

Expor o sistema, não o caso de uso

O risco real

Publica-se uma API sobre o prontuário inteiro porque era mais rápido do que definir o intercâmbio.

A barreira

Expõe-se um caso de uso por vez, com seu perfil e seu alcance. O que não está em um contrato publicado não pode ser pedido.

Confiar na rede em vez da identidade

O risco real

Qualquer sistema que já está dentro pode consultar qualquer coisa, porque a rede é considerada segura.

A barreira

Autenticação de sistema e de pessoa usuária em cada chamada, permissões por caso de uso e credenciais distintas por ambiente.

Auditoria acrescentada no final

O risco real

Quando é preciso responder quem acessou um prontuário, a informação está espalhada em registros que já rotacionaram.

A barreira

O registro de acesso é projetado como componente, com retenção definida e consulta própria, desde o primeiro intercâmbio.

Dados completos onde bastava um dado

O risco real

Devolve-se o recurso inteiro porque o consumidor «filtra depois», e essa cópia fica fora de controle.

A barreira

Minimização desde o desenho: cada intercâmbio define seu conjunto mínimo e a resposta é recortada no ponto de exposição.

Informação sem valor probatório

O risco real

Um documento clínico intercambiado não consegue provar quem o emitiu nem que não foi alterado.

A barreira

Assinatura e carimbo nos intercâmbios que exigem. A Meddyg prestou assistência técnica ao Banco Central da Costa Rica para habilitar a assinatura JAdES de recursos FHIR.

Ambientes que se contaminam

O risco real

Testa-se contra produção porque o ambiente de testes não tem dados parecidos com os reais.

A barreira

Ambientes separados com dados sintéticos ou anonimizados, promoção controlada e segredos distintos em cada um.

Método

Sete decisões, nesta ordem

Cada fase fecha uma pergunta e deixa um artefato. Uma arquitetura sem artefatos não pode ser contratada, construída nem auditada.

  1. 01

    Estado atual

    O que existe hoje, quem opera e o que realmente se intercambia?

    Inventariamos sistemas, integrações vivas, fluxos clínicos e contratos vigentes. Não o que o diagrama diz: o que está rodando.

    O que fica
    • Inventário de sistemas e integrações
    • Mapa de fluxos clínicos e de dados
    • Dívida técnica e dependências de fornecedor
  2. 02

    Casos de uso e requisitos

    O que a organização precisa conseguir fazer e hoje não consegue?

    Priorizamos os intercâmbios por valor clínico e viabilidade, e os escrevemos como requisitos funcionais e não funcionais. Quando existe um DAK da OMS para o domínio, tomamos como ponto de partida.

    O que fica
    • Casos de uso priorizados
    • Requisitos funcionais e não funcionais
    • Critérios de aceitação por caso
  3. 03

    Arquitetura alvo

    Quais componentes existem no estado desejado e que contrato cada um cumpre?

    Definimos o catálogo de componentes, suas responsabilidades e seus limites, com os perfis e terminologias que cada um deve cumprir.

    O que fica
    • Diagrama de componentes e responsabilidades
    • Contratos de serviço e perfis associados
    • Decisão de comprar, construir ou reutilizar
  4. 04

    Zonas, segurança e exposição

    Onde vive cada componente e o que atravessa cada fronteira?

    Posicionamos cada componente na sua zona, definimos os controles de cada fronteira e o ponto único de exposição para a rede nacional.

    O que fica
    • Modelo de zonas e segmentação
    • Controles por fronteira e matriz de acesso
    • Desenho do ponto de exposição
  5. 05

    Governança e decisões

    Quem responde por cada componente e como se muda o que foi decidido?

    Atribuímos donos, definimos o registro de decisões de arquitetura e o caminho para aprovar uma exceção sem que a exceção vire a norma.

    O que fica
    • Registro de decisões de arquitetura
    • Donos por componente e por domínio de dados
    • Política de versões e janelas de mudança
  6. 06

    Roteiro

    Em que ordem se constrói e o que pode entrar em produção primeiro?

    Ordenamos o trabalho em incrementos que podem ser liberados e medidos, começando pelo que resolve um intercâmbio real e não pelo que é maior.

    O que fica
    • Roteiro por incrementos
    • Dependências e riscos por marco
    • Estimativa de esforço e perfis necessários
  7. 07

    Acompanhamento

    Está sendo construído o que foi definido?

    Revisamos as entregas do fornecedor contra os contratos definidos e ajustamos a arquitetura quando a realidade obriga, com a decisão registrada.

    O que fica
    • Revisões de conformidade
    • Decisões atualizadas e rastreáveis
    • Transferência para a equipe interna
Entregáveis

O que fica nas mãos da organização

Documentos que servem para contratar, construir e auditar — não para apresentar uma vez e arquivar.

Documento de arquitetura

O estado atual, a arquitetura alvo, os componentes e seus contratos, no nível de detalhe que um edital exige.

Modelo de zonas e exposição

O que vive em cada zona, o que atravessa cada fronteira e sob qual controle, e como a organização se conecta à plataforma nacional.

Catálogo de componentes

Cada componente com sua responsabilidade, seu dono, seu contrato e a decisão de comprar, construir ou reutilizar.

Registro de decisões

Cada decisão com seu contexto, as alternativas avaliadas e a consequência assumida. É o que evita rediscutir o mesmo todo ano.

Requisitos de segurança e conformidade

Controles por fronteira, matriz de acesso, requisitos de auditoria e de assinatura, redigidos para poderem ser exigidos contratualmente.

Roteiro priorizado

Incrementos liberáveis, dependências, riscos e a ordem em que convém construir para que algo entre em produção logo.

Casos

Arquiteturas que operam

Arquitetura não é o diagrama que se entrega: é o que continua funcionando três anos depois. Estes são projetos em que a Meddyg definiu ou construiu a arquitetura que ficou em operação.

A decisão de arquiteturaPonto único de exposição

Intercâmbio nacional sobre X-Road

Provas de conceito junto à Agência Nacional de Governo Digital para validar transações de recursos FHIR sobre a plataforma nacional, dentro da demonstração funcional de interoperabilidade da Costa Rica: intercâmbio seguro entre sistemas diferentes, sem centralizar os dados.

A decisão de arquiteturaO repositório como componente

Primeiro servidor FHIR nacional para o EDUS/CCSS

Desenho, implantação em produção e operação do primeiro servidor FHIR que recebe as notificações de doenças de notificação compulsória, vacinas e resultados de laboratório do EDUS/CCSS, e posteriormente de outros estabelecimentos de saúde.

A decisão de arquiteturaValor probatório do intercâmbio

Assinatura digital de recursos FHIR com o BCCR

Assistência técnica ao Banco Central da Costa Rica para integrar o formato JAdES dentro do GAUDI, sua plataforma de assinatura digital e carimbo, habilitando a assinatura de recursos FHIR.

A decisão de arquiteturaZonas e armazenamento clínico

Arquiteturas PACS/DICOM em hospitais públicos

Implementação de arquiteturas de PACS e estações de trabalho de diagnóstico para o intercâmbio de imagens médicas sob o padrão DICOM, em hospitais públicos do Serviço Nacional de Saúde da República Dominicana.

Os modelos que citamos nesta página são o método com que trabalhamos, não clientes. Quando um caso corresponde a um cliente, dizemos o nome — como os quatro acima.

Para quem

Quem precisa fechar estas decisões

O serviço atende tanto quem precisa definir a arquitetura pela primeira vez quanto quem já a tem escrita e precisa conectá-la ao ecossistema.

Instituições públicas de saúde

Institutos, ministérios e hospitais que devem incorporar componentes nacionais e conectar-se à plataforma de intercâmbio do país.

Prestadores privados e redes

Hospitais, clínicas e laboratórios que precisam participar do ecossistema sem refazer seus sistemas nem abrir sua rede.

Áreas de TI e arquitetura empresarial

Equipes que já têm o mandato de definir a arquitetura e precisam fechar decisões e deixá-las defensáveis.

Segurança da informação

Responsáveis que devem habilitar o intercâmbio sem ampliar a superfície de exposição da instituição.

Fornecedores de software de saúde

Fabricantes que devem cumprir um perfil nacional e demonstrar como seu produto se encaixa na arquitetura do cliente.

Programas nacionais de saúde digital

Iniciativas que precisam de uma arquitetura de referência comum para que cada instituição não resolva à sua maneira.

Autodiagnóstico

Sinais de que a arquitetura continua sem ser definida

Cada projeto define a sua própria integração, e nenhuma se parece com a anterior.
Ninguém consegue dizer com certeza qual sistema é a fonte de verdade de um dado clínico.
Pedem que você se conecte à plataforma nacional e você não sabe qual componente deveria fazê-lo.
Os componentes novos —índice mestre, catálogo, terminologia— são discutidos sem decidir se são próprios ou do país.
Segurança trava os intercâmbios porque a única alternativa apresentada é expor o sistema inteiro.
Existem diagramas de arquitetura, mas nenhuma decisão está escrita com seu contexto e seu dono.

Se você reconhece três ou mais, o problema não é tecnológico: são decisões em aberto que cada projeto está fechando por conta própria, de forma diferente.

O que você deve construir e o que o país vai lhe dar?

Definimos a arquitetura de que a sua organização precisa para operar hoje e conectar-se amanhã, com as decisões escritas, os componentes posicionados e as barreiras de segurança colocadas desde o desenho.